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Trinta e nove soldados e oficiais do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina participaram de curso de capacitação em fiscalização de revendas de GLP, organizado pela ANP, entre os dias 24 e 28 de fevereiro, em Florianópolis. O treinamento faz parte do convênio de cooperação técnica firmado entre a Agência e a Secretaria Estadual de Segurança Pública, em novembro passado, para intensificar as ações conjuntas de fiscalização do mercado de combustíveis.
O convênio prevê que o Corpo de Bombeiros realize quatro mil ações de fiscalização em revendas de GLP durante 24 meses. Atualmente, a ANP mantêm convênios com órgãos estaduais e municipais de 23 unidades da federação, com todos os Ministérios Públicos estaduais e do Distrito Federal, e um convênio nacional com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Fonte: ANP
A cobiça de petroleiras asiáticas pelos campos da margem equatorial brasileira agita os preparativos para a 11.ª rodada de licitações de blocos exploratórios organizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e marcada para 14 e 15 de maio. 

O sigilo em torno de valores a ser ofertados e das negociações de parcerias nas disputas por blocos é obrigatório nessa fase, mas, entre as empresas, na agência reguladora e nas entidades que representam o setor, é esperada uma forte investida oriental nos blocos offshore em leilão. 

Estendendo-se da fronteira com a Guiana Francesa, no Amapá, à costa do Rio Grande do Norte, a margem equatorial brasileira promete ser "a nova fronteira" do petróleo mundial, avalia a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard. 

De olho nas oportunidades desse trecho do litoral do Brasil, quatro companhias petrolíferas do Japão, que nunca participaram da disputa de blocos nas rodadas anteriores, se habilitaram a participar: JX Nippon, Mitsui, Mitsubishi e Sumitomo. A gigante Cnooc, da China, também vai estrear, assim como a Petronas, da Malásia, e a tailandesa PTT. 

Descobertas recentes de campos gigantes no offhore da Guiana (a não mais do que 50 km do Amapá) e na costa oeste da África firmaram a convicção de que há óleo e gás abundantes nesse trecho da costa brasileira. Poderosas, as petroleiras do Extremo Oriente são apontadas como adversários difíceis de serem batidos por gigantes europeias e americanas habilitadas. 

Para a diretora-geral da ANP, o número de empresas habilitadas revela o interesse internacional nos 289 blocos. Destes, 94 estão em águas profundas. 
Os blocos somam 155,8 mil km², em 11 bacias sedimentares: Barreirinhas, Ceará, Espírito Santo, Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Parnaíba, Pernambuco-Paraíba, Potiguar, Recôncavo, Sergipe-Alagoas e Tucano. 

O governo federal ofertou 166 blocos marítimos, dos quais 72 em águas rasas. Há ainda 123 blocos terrestres. As 64 empresas são originárias de 18 países e três territórios ultramarinos.
 
Fonte: jornal O Estado de S.Paulo
A ANP definiu os preços máximos de referência do biodiesel para o próximo leilão, a ser promovido pela agência na quinta-feira (28/3) e que abastecerá o mercado no próximo bimestre. O último leilão ocorreu em janeiro. Este será o 30ª leilão de biodiesel, realizado para atender ao percentual mínimo obrigatório de 5% de biodiesel no óleo diesel. 

O maior preço de biodiesel definido para fornecedores com selo combustível social ficou na região Nordeste (R$ 2.685,80/m³). Em seguida, estão a região Norte (R$ 2.543,30/m³), Sudeste (R$ 2.509,00) e Sul (R$ 2.491,70). A região com o menor preço de referência foi o Centro-Oeste (R$ 2.405,70/m³). 

O preço do biodiesel estabelecido para produtores sem selo combustível social também atingiu seu maior valor na região Nordeste (R$ 2.570,80/m³). A região Norte registrou o preço de R$ 2.528,40/m³, enquanto o valor para a região Sudeste foi fixado em R$ 2.481,10 e para a Sul em R$ 2.458,40. Novamente, a região Centro-Oeste apresentou os menores valores (R$ 2.372,70).
 
Fonte: energiahoje
A diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, afirmou na segunda-feira que o volume estimado de petróleo recuperável nas áreas da margem equatorial é de 7,5 bilhões de barris de petróleo. As áreas, que ficam entre o Rio Grande do Norte e o Amapá, serão ofertadas na 11ª Rodada de licitação de blocos exploratórios de petróleo. 

A superintendente da ANP, Eliane Petersohn, explicou que essas áreas tem 30 bilhões de volume estimado “in situ”. “In situ” diz respeito a todo o volume que está nas áreas que serão ofertadas. Dessa forma, a ANP está trabalhando com um percentual recuperável de 25% dos 30 bilhões de barris de petróleo “in situ”, estimado no local. 

A diretora-geral destacou também que a previsão de volume “in situ” nas áreas que serão ofertadas no Espírito Santo é de 5 bilhões. Dessa forma, o volume total "in situ" é de 35 bilhões de barris de petróleo. 

Magda ponderou, no entanto, que esses volumes foram detectados por meio de sísmicas em 2D (em duas dimensões) realizadas das áreas. Segundo ela, esses estudos precisam ser aprofundados. 

A diretora participou da abertura do seminário técnico-ambiental da ANP, evento que tem como objetivo apresentar os aspectos ambientais descritos nos pareceres elaborados pelos órgãos ambientais e informações técnicas das áreas que serão ofertadas na rodada. 

Amanhã será realizado o seminário Jurídico-Fiscal, que abordará o aperfeiçoamento do edital e do contrato de concessão, além dos aspectos gerais relativos à qualificação de empresas, participações governamentais, pesquisa, desenvolvimento e inovação, e conteúdo local. 

Segundo Magda, a ANP não tem "nenhuma" indicação de que as regras de conteúdo local serão modificadas futuramente. Ela reiterou que algumas petroleiras, como a Petrobras, pediram a flexibilização das regras. 

A diretora-geral afirmou ainda, que as discussões sobre a redistribuição dos royalties de petróleo trazem "preocupação zero" para a agência reguladora. Segundo ela, a lei já foi promulgada e a questão que ainda está em discussão diz respeito a contratos passados, o que não deve trazer preocupação para as empresas que estão entrando para os próximos leilões. Ela explicou que essa é uma discussão interna brasileira, que não afeta as companhias internacionais.
 
 
Fonte: Valor Econômico
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) lançou oficialmente a 11ª rodada de licitações de Petróleo e Gás natural e espera colocar o Brasil de volta no mapa das rodadas de licitações internacionais. Esta nova rodada de blocos de exploração offshore e onshore ocorrerá dias 14 e 15 de maio, ou seja, uma semana antes da realização do Accelerate Oil&Gas 2013. 

Para repercutir o advento dos leilões, que não ocorrem desde dezembro 2008, o Accelerate Oil&Gas 2013 está incluindo na agenda do evento, em um trabalho conjunto com o Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), o tópico "Exploração e Produção do Pré-Sal, blocos offshore e onshore e leilões do governo" no qual empresas âncoras - Shell, Statoil e Barra Energia - e o próprio órgão organizador dos leilões, a Agência Nacional do Petróleo (ANP), estarão se reunindo nas dependencias do Windsor Barra Hotel, dia 21 de Maio, para debaterem sobre os resultados desta 11ª rodada. 

Entre os convidados de honra estão: Claudia Rabello, Superintendente de Promoção de Licitações (E&P), Flávio Ofugi Rodrigues, Diretor de Relações com Governo e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil, Renato Bertani, CEO da Barra Energia e Presidente do World Petroleum Council (WPC) e Mauro de Andrade, Vice-Presidente de Relações Institucionais da Statoil Brasil. O objetivo da sessão é avaliar as aplicações tecnológicas implementadas e os resultados realistas da primeira fase da exploração da camada pré-sal e de blocos paralelos. Licitações e concurso de produção previstos para 2013 e o seu impacto no mercado. 

A 2a edição do Accelerate Oil&Gas 2013 espera gerar uma nova e única oportunidade de negócios e parcerias para empresas envolvidas no mercado de Óleo e Gás. Para tanto, participantes poderão usufruir da ferramenta "Meeting Manager" que permite o pré-agendamento de reuniões privadas com os demais participantes nos dois dias de evento. 

A organização do Accelerate Oil & Gas tem o prazer de oferecer uma gama de serviços sob medida para empresas que procuram oportunidades de investimento e de parceria de negócios no mercado brasileiro, incluindo a organização de reuniões de negócios com potenciais parceiros e investidores antes, durante e pós-evento.
 
 
Fonte: Guia Oil & Gas
A Agência Nacional do Petróleo divulgou nesta terça-feira o edital e o modelo de contrato da 11a rodada de licitações de áreas para exploração de petróleo, oficializando a adição de 117 blocos aos 172 que já estavam previstos no pré-edital.

Ao todo, serão ofertados 289 blocos em 23 setores, cobrindo 155,8 mil quilômetros quadrados, distribuídos em 11 bacias sedimentares.

Além dos 172 blocos já previstos no pré-edital , foram incluídos 65 blocos na Bacia Foz do Amazonas, 10 na Bacia de Pernambuco-Paraíba, 6 na parte marítima da Bacia do Espírito Santo e 36 na Bacia de Tucano, na Bahia.

"A oferta de áreas em diversos estados brasileiros almeja descentralizar a produção de petróleo e gás no país", destacou a ANP, em nota.

O governo agendou a licitação, a primeira desde 2008, para os dias 14 e 15 de maio.

As informações para as empresas interessadas estão divulgadas no endereço www.brasil-rounds.gov.br.
 
 
Fonte: Agência Reuters