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A Royal Dutch Shell comprou os ativos de gás natural liquefeito (GNL) da Repsol por US$ 4,4 bilhões em dinheiro, no momento em que a maior companhia espanhola de petróleo tenta reduzir seu endividamento e evitar um rebaixamento de sua classificação de crédito para a categoria "junk". 
Após nove meses, 24 profissionais de 13 empresas da Bahia, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro concluíram a primeira turma do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores da Engenharia (PDFE). A cerimônia de entrega dos certificados aconteceu na noite da última quinta-feira (21), em Salvador, no auditório da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), com as presenças do coordenador executivo do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), Paulo Alonso, e da gerente executiva de Engenharia, Tecnologia e Materiais da Petrobras, Renata Baruzzi. O Programa foi idealizado pela Petrobras para aprimorar a gestão em Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) das empresas que fazem parte do Cadastro de Fornecedores da Companhia. 
A respeito da matéria veiculada no último dia 25/2, pelo jornal "O Estado de S.Paulo" sob o título “Petrobras vai à China para evitar atraso na produção. Fornecedor local reclama”, a Petrobras esclarece que: 

- A realização de obras das plataformas P75, P76, P77 (Cessão Onerosa) e P67 (FPSO Replicante) na China não implicará descumprimento das regras ou dos percentuais de conteúdo local estabelecidas nos contratos. A maior parte dos serviços será executada nos estaleiros nacionais. Os serviços a serem realizados na China representam menos de 3% do valor total dos contratos para construção dos 4 FPSOs da Cessão Onerosa e dos 8 FPSOs Replicantes. No caso dos 8 FPSOs Replicantes, apenas metade (50%) de um dos cascos contratados será construída na China. 

- Além da P-74, todos os demais cascos para a Cessão Onerosa (P-75, P-76 e P-77) virão para o Brasil, para continuação das obras de conversão e posterior integração no país com os módulos, que estão sendo contratados. 

- Em relação ao edital de licitação para conversão dos cascos para a Cessão Onerosa, este não impedia que, respeitados os requisitos de conteúdo local, parte do escopo fosse executada no exterior, a critério da contratada. A proposta vencedora, respeitando o conteúdo local exigido, foi 30% menor que a do segundo colocado. 

- Não existem negociações em andamento para realização de outros serviços na China relativos aos cascos dos FPSOs Replicantes ou da Cessão Onerosa. 

- A Petrobras não decidiu afretar FPSOs para utilização na Cessão Onerosa. A Petrobras não está negociando afretamento de FPSOs com conteúdo local zero. Desde 2010 a Petrobras vem exigindo que os FPSOs afretados atendam requisitos de conteúdo local similares aos praticados para as unidades próprias. 

A Petrobras reafirma seu compromisso com o conteúdo local e com o desenvolvimento da indústria naval brasileira. A Companhia vem investindo fortemente nas obras de construção do Estaleiro Rio Grande e na revitalização do Estaleiro Inhaúma, que se encontrava desativado há mais de 10 anos. 

O índice de conteúdo local contratado é imutável e a Petrobras não cogita alterá-lo.
Fonte: Guia Oil & Gas / Agência Petrobras
A Transpetro tem até o dia 30 de junho para lançar uma nova licitação para contratação de três navios bunker, se quiser atender ao cronograma do Ministério do Planejamento para o Promef II, programa de renovação da frota. No balanço do PAC publicado no último dia (22/2), o governo federal confirmou que a entrega do primeiro dos três navios foi adiada para 2019 e a conclusão, para 2020.

Os três navios foram, originalmente, contratados junto à Superpesa, para construção no Rio de Janeiro e entrega entre 2012 e 2013. O bloco da primeira embarcação chegou a ser concluído. Contudo, a Superpesa decidiu rescindir o contrato e, em dezembro, a Transpetro concluiu o cancelamento e cobrou a devolução dos R$ 5 milhões pagos ao estaleiro.

O Ministério do Planejamento informou que os valores pagos à Superpesa foram integralmente devolvidos. Por serem navios de menor porte e mais fácil de construir, a previsão era de que os bunkers, orçados em R$ 120 milhões, seriam entregues logo no início do cronograma do Promef II, entre 2012 e 2013.
 
Apresentação da Feira

A Feicon Batimat é o maior e mais conceituado salão da construção da América Latina. Com 21 anos de existência, surpreendendo a cada ano seus milhares de visitantes, apresentando em primeira mão os principais lançamentos e tendências para todo o setor da construção civil. 


É o evento mais completo da área, pois só ele reúne todos os grandes líderes do segmento em uma exclusiva exposição de produtos e serviços para todos os setores do ramo.
Por Daniel Fraiha / Petronotícias
As conversas começaram ainda em 2012, quando a Tridimensional Engenharia pretendia intensificar a sua linha de “EPC com tecnologia”, e no fim de janeiro deste ano o acordo foi assinado em Bristol, na Inglaterra. É uma parceria tecnológica com a britânica DPS, voltada principalmente para o setor de óleo e gás, mas com boas perspectivas em toda área naval. O acordo tem duração de cinco anos, mas o presidente da Tridimensional, Antonio Müller(foto à esquerda), ressalta que o objetivo é atuarem em conjunto a longo prazo. Dentre os destaques da parceria estão um separador mais compacto para plataformas de produção e um equipamento inovador para o tratamento de resíduos gerados em plataformas ou em plantas remotas, como na Amazônia, por exemplo. O primeiro já é utilizado em uma unidade de produção de shale gas nos Estados Unidos, como contou o diretor de desenvolvimento de negócios da Tridimensional, Ivan Furtado (foto à direita), enquanto o segundo foi adquirido pela marinha britânica para sua frota.
O que diz o contrato fechado com a DPS?
Por Daniel Fraiha / Petronotícias
“Não me pergunte nada sobre a administração da Petrobrás que eu não poderei comentar por uma questão ética”. Antes de qualquer comentário ou pergunta, o ex-diretor de abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa, que atualmente comanda a consultoria Costa Global, deixou claro que não pretendia entrar em assuntos da estatal.