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Empresa reitera o compromisso com o aprimoramento técnico de profissionais ao oferecer cursos de capacitação em espaço próprio, agora na capital paulistana.

A LG Electronics do Brasil acaba de inaugurar as instalações da nova Academia de Ar Condicionado da empresa. Antes localizado na cidade de Taubaté, o centro de capacitação passa a localizar-se em São Paulo, na Av. Chucri Zaidan - 940, junto à sede da LG, para atingir ainda mais profissionais para sua agenda de cursos.

Em todo o mundo, a LG conta com 66 centros de aprendizagem localizados dentre as subsidiárias com atuação em ar condicionado. Destes, três estão no Brasil: Porto Alegre, Rio de Janeiro e, agora, em São Paulo. "Para complementar a bem sucedida atuação das Academias de Ar Condicionado, a LG identificou São Paulo como uma cidade estratégica, pois apresenta melhor acesso dos interessados aos cursos oferecidos, otimizando a demanda e a dinâmica de treinamentos", afirma Mauro Apor, gerente de produtos de ar condicionado residencial da LG Electronics do Brasil.

A iniciativa confirma o foco da empresa em promover a constante atualização e capacitação dos profissionais relacionados à área de condicionadores de ar - instaladores, projetistas, arquitetos e também vendedores-, garantindo que acompanhem o desenvolvimento do mercado de refrigeração e aquecimento e as inovações tecnológicas dos produtos, sobretudo LG. Serão ministrados cerca de 20 módulos distintos de treinamento que apresentarão conteúdos que vão desde conceitos básicos de refrigeração, instalações residenciais, até instalações de sistemas corporativos Multi V e automação.

O novo centro de capacitação conta, ainda, com espaço para exposição dos condicionadores de ar e de produtos de iluminação da LG, visto que se trata da única empresa que apresenta as duas soluções ao mercado brasileiro. Sendo assim, a medida que a agenda de cursos for estruturada, serão disponibilizados módulos também para capacitação em iluminação.

"A qualidade das tecnologias desenvolvidas pela LG se consolida a cada dia com iniciativas como as Academias de Ar Condicionado, que reforçam o esforço da empresa em garantir a satisfação completa de consumidores e clientes", complementa Apor.

Informações sobre cursos, detalhamento de conteúdo e agenda serão disponibilizados por meio dos canais de comunicação da LG.

Sobre a LG Electronics, Inc.: A LG Electronics, Inc. é uma empresa inovadora e líder global em tecnologia para eletrônicos de consumo, telefonia móvel e eletrodomésticos, empregando mais de 93 mil pessoas em 120 operações em todo o mundo. Com lucro líquido US$ 80,75 milhões em 2012, a LG é composta por quatro divisões de negócios - Home Entertainment, Mobile Communications, Home Appliance e Air Conditioning & Energy Solutions.

Sobre a LG Electronics no Brasil: Operando no Brasil desde 1996, a LG Electronics comercializa no País um extenso line up de produtos, com mais de 400 itens, entre TVs de Tela Fina (LED LCD, LCD e Plasma), DVDs, Home Theaters, Mini Systems, Micro Systems, Monitores LCD LED e LCD para PCs, Notebooks, Celulares, Smartphones, Condicionadores de Ar, Micro-ondas, Forno 2 em 1 - Solardom, Refrigeradores, Lavadoras de Roupa e Lavadoras/Secadoras de Roupa. A companhia fabrica localmente a maioria dos produtos que comercializa no Brasil. Em 2012, a LG Electronics Brasil faturou US$ 2,5 bilhões.


 




A Petrobras informa que foi intimada, no início da noite de terça-feira (14), de sentença que anula as licenças ambientais emitidas pelo órgão ambiental estadual para as obras do Comperj, implicando em paralisação imediata das obras. 

A Petrobras informa ainda que está avaliando as medidas cabíveis.
 
Fonte: Agência Petrobras
A Chariot Oil & Gas levou quatro das oito áreas leiloadas no último setor da bacia de Barreirinhas, o SBAR-AR2, em águas rasas. A OGX, petroleira do empresário Eike Batista, arrematou duas áreas no setor. Já as outras duas áreas foram arrematadas pela Ouro Preto e pelo consórcio formado por BG, Petrobras e Petrogal. 

A Chariot levou o BAR-M-292, com bônus de assinatura de R$ 1,4 milhão; BAR-M-293 (R$ 1,4 milhão), BAR-M-313 (R$ 741 mil) e o BAR-M-314 (R$ 665,1 mil). 

Já a OGX arrematou os blocos BAR-M-251, por R$ 40 milhões, e BAR-M-389, por R$ 80 milhões. 

Além delas, saíram vitoriosas nesse setor a petroleira Ouro Preto, que levou o BAR-M-387 por R$ 777,5 mil, e o consórcio formado por BG, Petrogal e Petrobras, que arrematou o bloco BAR-M-388, com bônus de assinatura de R$ 15,8 milhões. 

Nesse setor, foram pagos em bônus de assinatura um total de R$ 140,83 milhões. Quatro áreas deste último setor de Barreirinhas não receberam ofertas. 

Parcial 

O total de bônus de assinatura até o momento - incluindo as áreas ofertadas nas bacias de Parnaíba, Foz do Amazonas e Barreirinhas - foi de R$ 1,709 bilhão. As três bacias respondem por aproximadamente 50% dos blocos a serem ofertados nesta 11ª Rodada de Licitações. 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) interrompeu o leilão para almoço. A concorrência foi retomada às 14h e a expectativa era encerrá-la até o fim do dia da última terça-feira, 14, sem que houvesse necessidade de promover uma segunda fase na última quarta-feira (15/05).
 
Fonte: AE - Agência Estado
A LLX, braço de logística do grupo EBX, do empresário Eike Batista, continua negociando com a Petrobras a possibilidade de a estatal utilizar o porto de Açu, que está sendo construído no litoral norte do Rio de Janeiro, disse ontem o diretor presidente e de relações com investidores da LLX, Marcus Botrel Berto. 

"O contrato está sendo negociado e vamos garantir que tenhamos vantagens competitivas", disse Berto, durante teleconferência com analistas sobre os resultados do primeiro trimestre, nos quais a empresa anunciou prejuízo de R$ 11,480 milhões, alta de 25,7% na comparação com o prejuízo registrado mesmo período do ano passado. 

De acordo com o executivo, o mercado tem sido informado de modo transparente sobre as negociações com a estatal. "Acreditamos que Açu tem localização excelente para qualquer petroleira que queira se instalar no Brasil, como mencionado pela Petrobras e por mim", disse. Para o executivo, o desafio da LLX será "superar as expectativas da Petrobras e de qualquer cliente que queira vir ao Brasil". 

A Petrobras negocia com a LLX para se instalar no porto de Açu, segundo declarações feitas recentemente pela própria presidente da estatal, Graça Foster. A expectativa do mercado é que a petroleira use o porto como base de apoio "offshore" para serviços ligados às suas plataformas de petróleo. 

Além das negociações com a Petrobras para a utilização do Açu, o diretor presidente da LLX comentou a votação na Câmara da MP dos Portos, que pode beneficiar a empresa de logística por permitir que operadores privativos de contêineres transportem carga de terceiros. 

"Estamos convictos de que a MP vai ser aprovada. Como pudemos ver neste último ano, o governo vem tentando garantir que nós tenhamos mais segurança e desenvolvimento da infraestrutura no Brasil", disse Berto ontem de manhã, antes da tentativa de votação da MP na Câmara. Segundo ele, a MP 595 torna os portos brasileiros mais eficientes, o que seria positivo para a indústria como um todo. 

Até agora, a LLX fechou contratos que totalizarão R$ 60 milhões em receitas até o fim do ano com empresas que alugarão espaço no terminal TX2 do porto de Açu, explicou Berto. 

O diretor financeiro da companhia, Eugênio Figueiredo, lembrou que a LLX deve continuar reduzindo as despesas gerais e administrativas, que fecharam o primeiro trimestre em R$ 34 milhões, queda de 11,8%. "As despesas gerais e administrativas devem continuar caindo ao longo do ano", completou.
 
Fonte: Valor Econômico
A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, disse que a empresa vai dobrar de tamanho até 2020 com a produção do pré-sal. Em sete anos, metade do que a estatal produzir virá do pré-sal, segundo a executiva, que participou de evento sobre energia na Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo. 

“Mas temos que reduzir custos e produzir,” afirmou. Ela destacou que hoje o custo de produção do pré-sal é de US$ 40 a US$ 44 por barril, enquanto nos Estados Unidos, segundo ela, os preços são de US$ 44 a US$ 50. 

A executiva disse que a companhia trabalha com uma cobrança muito forte para reduzir custos e afirmou que “não é barato produzir petróleo”. “Uma companhia de petróleo não é para qualquer executivo chegar e dizer 'vou fazer petróleo' e fazer, em dois ou três anos,” afirmou Graças Foster. 

A presidente da Petrobras destacou a importância das boas relações com os demais países da América Latina, como Bolívia e Argentina e enfatizou que quaisquer relações envolvendo produção energética tendem a ser duradouras, já que matrizes energéticas são rígidas e que os projetos são de longos prazos. 

“As relações entre países são extremamente delicadas e precisam ser mantidas pela estabilidade econômica feita pelos lideres e pela estabilidade regulatória,” afirmou. Graças Foster lembrou que 22% do PIB da Bolívia depende do gás que o país exporta ao Brasil e que o Brasil depende deste produto boliviano, por exemplo, e que há interesse do Brasil em estar muito bem com a Argentina, do ponto de vista econômico.
 
Fonte: Valor Econômico
A cobiça de petroleiras asiáticas pelos campos da margem equatorial brasileira agita os preparativos para a 11.ª rodada de licitações de blocos exploratórios organizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e marcada para 14 e 15 de maio. 

O sigilo em torno de valores a ser ofertados e das negociações de parcerias nas disputas por blocos é obrigatório nessa fase, mas, entre as empresas, na agência reguladora e nas entidades que representam o setor, é esperada uma forte investida oriental nos blocos offshore em leilão. 

Estendendo-se da fronteira com a Guiana Francesa, no Amapá, à costa do Rio Grande do Norte, a margem equatorial brasileira promete ser "a nova fronteira" do petróleo mundial, avalia a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard. 

De olho nas oportunidades desse trecho do litoral do Brasil, quatro companhias petrolíferas do Japão, que nunca participaram da disputa de blocos nas rodadas anteriores, se habilitaram a participar: JX Nippon, Mitsui, Mitsubishi e Sumitomo. A gigante Cnooc, da China, também vai estrear, assim como a Petronas, da Malásia, e a tailandesa PTT. 

Descobertas recentes de campos gigantes no offhore da Guiana (a não mais do que 50 km do Amapá) e na costa oeste da África firmaram a convicção de que há óleo e gás abundantes nesse trecho da costa brasileira. Poderosas, as petroleiras do Extremo Oriente são apontadas como adversários difíceis de serem batidos por gigantes europeias e americanas habilitadas. 

Para a diretora-geral da ANP, o número de empresas habilitadas revela o interesse internacional nos 289 blocos. Destes, 94 estão em águas profundas. 
Os blocos somam 155,8 mil km², em 11 bacias sedimentares: Barreirinhas, Ceará, Espírito Santo, Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Parnaíba, Pernambuco-Paraíba, Potiguar, Recôncavo, Sergipe-Alagoas e Tucano. 

O governo federal ofertou 166 blocos marítimos, dos quais 72 em águas rasas. Há ainda 123 blocos terrestres. As 64 empresas são originárias de 18 países e três territórios ultramarinos.
 
Fonte: jornal O Estado de S.Paulo