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As válvulas dentro de um processo industrial podem representar atĂ© 15% de toda a instalação. Esta porcentagem pode ficar ainda mais elevada se a válvula do tipo e tamanho corretos nĂŁo for especificada.


Afinal o rendimento de uma bomba, ou de algum outro equipamento, que tenha que operar em conjunto com uma válvula, podem ser seriamente reduzidos pela falta de conhecimento sobre esses 
acessórios. Muitas vezes onde se aplica um determinado tipo de válvula, nem sempre um outro pode ser aplicado.

Se a válvula for selecionada somente pela bitola da tubulação, independente de se escolher o modelo correto para a aplicação, pode resultar numa válvula subdimensionada, causando uma redução na eficiĂŞncia do processo; por outro lado se estiver superdimensionada pode haver gastos desnecessários com instalação e manutenção. Por exemplo, onde se aplica uma válvula gaveta para bloqueio, se fosse aplicada uma válvula do tipo globo, esta deveria ser atĂ© trĂŞs vezes maior para permitir a mesma quantidade de fluido permitida pela válvula gaveta.

O dimensionamento correto pode ser feito através de cálculos específicos de acordo com o estado físico do fluido, se líquido ou gasoso.

Com isto pode ser selecionada a válvula correta quanto à bitola, materiais corretos quanto a resistência à corrosão de acordo com o fluido e minimizar o ruído e a possibilidade de cavitação com a aplicação de internos apropriados.

Dentro de uma indĂşstria quĂ­mica, farmacĂŞutica, petroquĂ­mica, papel e celulose, siderĂşrgica, etc, as válvulas podem ser divididas em trĂŞs segmentos a saber: industriais, segurança e controle.

Industriais: a maioria normalmente são válvulas de acionamento manual e os principais tipos são: gaveta, globo, retenção (acionamento pelo próprio fluido de processo), guilhotina, diafragma, mangote, esfera, borboleta e macho;

De segurança: válvulas de segurança e/ou alívio carregadas com mola e piloto operadas e também são acionadas pela própria ação do fluido e utilizadas em equipamentos sujeitos a pressões superiores a pressão atmosférica;

Válvulas automáticas de controle: são válvulas interligadas a uma malha de controle e acionadas em resposta a um comando que pode ser pneumático, elétrico ou eletropneumático, através de sensores e controladores automáticos. elas aumentam ou reduzem a taxa de fluxo dentro de um processo controlando pressão, temperatura, Ph, nível, etc.

Elas não dependem da experiência de um operador como acontece com as válvulas industriais. Estas válvulas (as automáticas de controle) podem ser dos tipos globo sede simples ou sede dupla, globo gaiola, globo três vias, esfera segmentada, obturador excêntrico, dessuperaquecedores de vapor, etc.

O conhecimento das diferenças entre essas válvulas vem auxiliar o usuário na especificação e seleção da válvula correta para uma determinada aplicação. Nem todas podem operar com a mesma pressĂŁo e temperatura.

Entre os diversos tipos de válvulas existentes no mercado o usuário pode perceber que não existe uma única válvula que seja ideal para todas as aplicações, porém, que existe sempre uma válvula melhor para cada aplicação.

O sucesso ou fracasso de uma planta industrial depende tambĂ©m da correta seleção destas válvulas. 

Os problemas com válvulas durante a operação de um processo são muitas vezes mais caros do que o custo de se escolher a válvula correta logo na primeira vez. Elas envolvem custos, porém, quando são selecionadas corretamente, fornecem benefícios.

Maiores detalhes quanto aos principais tipos de válvulas utilizados dentro de um processo industrial, o funcionamento, as caracterĂ­sticas construtivas, sua seleção e especificação corretas, cálculos para o dimensionamento do tamanho correto de acordo com a aplicação, alĂ©m das principais normas e padrões de construção, podem ser vistos no livro “Válvulas: Industriais, Segurança e Controle” de Artur Cardozo Mathias, lançado pela Artliber Editora (www.artliber.com.br).

Fonte: InfoEscola


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Empresa reitera o compromisso com o aprimoramento técnico de profissionais ao oferecer cursos de capacitação em espaço próprio, agora na capital paulistana.

A LG Electronics do Brasil acaba de inaugurar as instalações da nova Academia de Ar Condicionado da empresa. Antes localizado na cidade de Taubaté, o centro de capacitação passa a localizar-se em São Paulo, na Av. Chucri Zaidan - 940, junto à sede da LG, para atingir ainda mais profissionais para sua agenda de cursos.

Em todo o mundo, a LG conta com 66 centros de aprendizagem localizados dentre as subsidiárias com atuação em ar condicionado. Destes, três estão no Brasil: Porto Alegre, Rio de Janeiro e, agora, em São Paulo. "Para complementar a bem sucedida atuação das Academias de Ar Condicionado, a LG identificou São Paulo como uma cidade estratégica, pois apresenta melhor acesso dos interessados aos cursos oferecidos, otimizando a demanda e a dinâmica de treinamentos", afirma Mauro Apor, gerente de produtos de ar condicionado residencial da LG Electronics do Brasil.

A iniciativa confirma o foco da empresa em promover a constante atualização e capacitação dos profissionais relacionados à área de condicionadores de ar - instaladores, projetistas, arquitetos e também vendedores-, garantindo que acompanhem o desenvolvimento do mercado de refrigeração e aquecimento e as inovações tecnológicas dos produtos, sobretudo LG. Serão ministrados cerca de 20 módulos distintos de treinamento que apresentarão conteúdos que vão desde conceitos básicos de refrigeração, instalações residenciais, até instalações de sistemas corporativos Multi V e automação.

O novo centro de capacitação conta, ainda, com espaço para exposição dos condicionadores de ar e de produtos de iluminação da LG, visto que se trata da única empresa que apresenta as duas soluções ao mercado brasileiro. Sendo assim, a medida que a agenda de cursos for estruturada, serão disponibilizados módulos também para capacitação em iluminação.

"A qualidade das tecnologias desenvolvidas pela LG se consolida a cada dia com iniciativas como as Academias de Ar Condicionado, que reforçam o esforço da empresa em garantir a satisfação completa de consumidores e clientes", complementa Apor.

Informações sobre cursos, detalhamento de conteúdo e agenda serão disponibilizados por meio dos canais de comunicação da LG.

Sobre a LG Electronics, Inc.: A LG Electronics, Inc. é uma empresa inovadora e líder global em tecnologia para eletrônicos de consumo, telefonia móvel e eletrodomésticos, empregando mais de 93 mil pessoas em 120 operações em todo o mundo. Com lucro líquido US$ 80,75 milhões em 2012, a LG é composta por quatro divisões de negócios - Home Entertainment, Mobile Communications, Home Appliance e Air Conditioning & Energy Solutions.

Sobre a LG Electronics no Brasil: Operando no Brasil desde 1996, a LG Electronics comercializa no País um extenso line up de produtos, com mais de 400 itens, entre TVs de Tela Fina (LED LCD, LCD e Plasma), DVDs, Home Theaters, Mini Systems, Micro Systems, Monitores LCD LED e LCD para PCs, Notebooks, Celulares, Smartphones, Condicionadores de Ar, Micro-ondas, Forno 2 em 1 - Solardom, Refrigeradores, Lavadoras de Roupa e Lavadoras/Secadoras de Roupa. A companhia fabrica localmente a maioria dos produtos que comercializa no Brasil. Em 2012, a LG Electronics Brasil faturou US$ 2,5 bilhões.


 




A Petrobras informa que foi intimada, no inĂ­cio da noite de terça-feira (14), de sentença que anula as licenças ambientais emitidas pelo ĂłrgĂŁo ambiental estadual para as obras do Comperj, implicando em paralisação imediata das obras. 

A Petrobras informa ainda que está avaliando as medidas cabíveis.
 
Fonte: AgĂŞncia Petrobras
A Chariot Oil & Gas levou quatro das oito áreas leiloadas no Ăşltimo setor da bacia de Barreirinhas, o SBAR-AR2, em águas rasas. A OGX, petroleira do empresário Eike Batista, arrematou duas áreas no setor. Já as outras duas áreas foram arrematadas pela Ouro Preto e pelo consĂłrcio formado por BG, Petrobras e Petrogal. 

A Chariot levou o BAR-M-292, com bĂ´nus de assinatura de R$ 1,4 milhĂŁo; BAR-M-293 (R$ 1,4 milhĂŁo), BAR-M-313 (R$ 741 mil) e o BAR-M-314 (R$ 665,1 mil). 

Já a OGX arrematou os blocos BAR-M-251, por R$ 40 milhões, e BAR-M-389, por R$ 80 milhões. 

AlĂ©m delas, saĂ­ram vitoriosas nesse setor a petroleira Ouro Preto, que levou o BAR-M-387 por R$ 777,5 mil, e o consĂłrcio formado por BG, Petrogal e Petrobras, que arrematou o bloco BAR-M-388, com bĂ´nus de assinatura de R$ 15,8 milhões. 

Nesse setor, foram pagos em bĂ´nus de assinatura um total de R$ 140,83 milhões. Quatro áreas deste Ăşltimo setor de Barreirinhas nĂŁo receberam ofertas. 

Parcial 

O total de bĂ´nus de assinatura atĂ© o momento - incluindo as áreas ofertadas nas bacias de ParnaĂ­ba, Foz do Amazonas e Barreirinhas - foi de R$ 1,709 bilhĂŁo. As trĂŞs bacias respondem por aproximadamente 50% dos blocos a serem ofertados nesta 11ÂŞ Rodada de Licitações. 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) interrompeu o leilão para almoço. A concorrência foi retomada às 14h e a expectativa era encerrá-la até o fim do dia da última terça-feira, 14, sem que houvesse necessidade de promover uma segunda fase na última quarta-feira (15/05).
 
Fonte: AE - AgĂŞncia Estado
A LLX, braço de logĂ­stica do grupo EBX, do empresário Eike Batista, continua negociando com a Petrobras a possibilidade de a estatal utilizar o porto de Açu, que está sendo construĂ­do no litoral norte do Rio de Janeiro, disse ontem o diretor presidente e de relações com investidores da LLX, Marcus Botrel Berto. 

"O contrato está sendo negociado e vamos garantir que tenhamos vantagens competitivas", disse Berto, durante teleconferĂŞncia com analistas sobre os resultados do primeiro trimestre, nos quais a empresa anunciou prejuĂ­zo de R$ 11,480 milhões, alta de 25,7% na comparação com o prejuĂ­zo registrado mesmo perĂ­odo do ano passado. 

De acordo com o executivo, o mercado tem sido informado de modo transparente sobre as negociações com a estatal. "Acreditamos que Açu tem localização excelente para qualquer petroleira que queira se instalar no Brasil, como mencionado pela Petrobras e por mim", disse. Para o executivo, o desafio da LLX será "superar as expectativas da Petrobras e de qualquer cliente que queira vir ao Brasil". 

A Petrobras negocia com a LLX para se instalar no porto de Açu, segundo declarações feitas recentemente pela prĂłpria presidente da estatal, Graça Foster. A expectativa do mercado Ă© que a petroleira use o porto como base de apoio "offshore" para serviços ligados Ă s suas plataformas de petrĂłleo. 

AlĂ©m das negociações com a Petrobras para a utilização do Açu, o diretor presidente da LLX comentou a votação na Câmara da MP dos Portos, que pode beneficiar a empresa de logĂ­stica por permitir que operadores privativos de contĂŞineres transportem carga de terceiros. 

"Estamos convictos de que a MP vai ser aprovada. Como pudemos ver neste Ăşltimo ano, o governo vem tentando garantir que nĂłs tenhamos mais segurança e desenvolvimento da infraestrutura no Brasil", disse Berto ontem de manhĂŁ, antes da tentativa de votação da MP na Câmara. Segundo ele, a MP 595 torna os portos brasileiros mais eficientes, o que seria positivo para a indĂşstria como um todo. 

AtĂ© agora, a LLX fechou contratos que totalizarĂŁo R$ 60 milhões em receitas atĂ© o fim do ano com empresas que alugarĂŁo espaço no terminal TX2 do porto de Açu, explicou Berto. 

O diretor financeiro da companhia, Eugênio Figueiredo, lembrou que a LLX deve continuar reduzindo as despesas gerais e administrativas, que fecharam o primeiro trimestre em R$ 34 milhões, queda de 11,8%. "As despesas gerais e administrativas devem continuar caindo ao longo do ano", completou.
 
Fonte: Valor EconĂ´mico
A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, disse que a empresa vai dobrar de tamanho atĂ© 2020 com a produção do prĂ©-sal. Em sete anos, metade do que a estatal produzir virá do prĂ©-sal, segundo a executiva, que participou de evento sobre energia na Fundação Getulio Vargas (FGV), em SĂŁo Paulo. 

“Mas temos que reduzir custos e produzir,” afirmou. Ela destacou que hoje o custo de produção do prĂ©-sal Ă© de US$ 40 a US$ 44 por barril, enquanto nos Estados Unidos, segundo ela, os preços sĂŁo de US$ 44 a US$ 50. 

A executiva disse que a companhia trabalha com uma cobrança muito forte para reduzir custos e afirmou que “nĂŁo Ă© barato produzir petrĂłleo”. “Uma companhia de petrĂłleo nĂŁo Ă© para qualquer executivo chegar e dizer 'vou fazer petrĂłleo' e fazer, em dois ou trĂŞs anos,” afirmou Graças Foster. 

A presidente da Petrobras destacou a importância das boas relações com os demais paĂ­ses da AmĂ©rica Latina, como BolĂ­via e Argentina e enfatizou que quaisquer relações envolvendo produção energĂ©tica tendem a ser duradouras, já que matrizes energĂ©ticas sĂŁo rĂ­gidas e que os projetos sĂŁo de longos prazos. 

“As relações entre paĂ­ses sĂŁo extremamente delicadas e precisam ser mantidas pela estabilidade econĂ´mica feita pelos lideres e pela estabilidade regulatĂłria,” afirmou. Graças Foster lembrou que 22% do PIB da BolĂ­via depende do gás que o paĂ­s exporta ao Brasil e que o Brasil depende deste produto boliviano, por exemplo, e que há interesse do Brasil em estar muito bem com a Argentina, do ponto de vista econĂ´mico.
 
Fonte: Valor EconĂ´mico